Palavras para quê?
setembro 29, 2011
setembro 24, 2011
Café e Biscoitos
Nós gostamos muito do café deles. Por isso eles gostam muito de nós. E agora quando lá vamos para repor o stock cá de casa, eles recompensam-nos com biscoitinhos dourados e prateados que são uma delícia.
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5:37 p.m.
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setembro 23, 2011
Restaurant Week
E eis que estamos na semana de comer bem. Na semana de comer bom. Na semana de comer barato.
Lisboa Restaurant Week está de volta e vai durar até 5 de Outubro!
Nascido em 1992 como parceiro da Fashion Week Nova Iorquina, este conceito espalhou-se por todo o mundo e existe já em mais de 100 cidades. A democratização do acesso à restauração de qualidade é uma iniciativa muito feliz. Been there, and will be again.
Segue uma listinha dos restaurantes que aconselho - mas ainda tenho muito para explorar (são à volta de 50!): Casa da Comida, Mezzaluna, Opak, Bonsai, Ad Lib, Kais, XL, Spot São Luiz, Bica do Sapato...
Enjoy!
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1:30 p.m.
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setembro 14, 2011
It's LUSH!!!

Começou por ser um sonho de consumo difícil de satisfazer, porque eram muito poucas as lojas por essa Europa fora, e nem sempre havia quem viajasse para cidades onde existia a marca.
Depois passou a um sonho de entrepeneur; tudo o que eu queria era trazer a Lush para Lisboa. Era o perfeito 2 em 1! Usufruir dos maravilhosos handmade soaps enquanto fazia muito boa gente feliz.
Mas projectos e planos são coisa que não me falta, e a Lush ficou guardada num cantinho da minha memória à espera de uma melhor oportunidade. E entre as mil-coisas-para-fazer que têm sido os meus dias, ontem consegui dar um pulinho às Amoreiras e eis que, ao entrar no quarteirão em frente ao supermercado... it's LUSH! Fiquei genuinamente feliz por alguém se ter antecipado a mim. Não sou um génio nos negócios, mas sou óptima cliente, sempre muito fiel. E agora tenho Lush sempre que quiser.
Resumindo! A Lush é uma marca de cosméticos feitos de forma tradicional (à mão), que num ápice se tornou num sucesso franchisado. Os primeiros sabonetes que entraram lá em casa foram um presente, e desde então, sempre que posso, compro! Não consigo descrever as texturas, de tão maravilhosas que são. Os cheiros... As cores... Dá vontade de comer (nunca provei, mas apostava que cheira melhor do que sabe!) e compra-se como se de doces de tratassem!
A Lush já tem lojas em Lisboa (C.C. Amoreiras) e em Oeiras (Oeiras Parque). Considero uma visita obrigatória, e garanto que não será a última. Mas para quem está longe, as compras podem ser feitas online, aqui.
A Lush já tem lojas em Lisboa (C.C. Amoreiras) e em Oeiras (Oeiras Parque). Considero uma visita obrigatória, e garanto que não será a última. Mas para quem está longe, as compras podem ser feitas online, aqui.
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11:52 a.m.
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moda
agosto 05, 2011
Lisboa e as Políticas de Reabilitação Urbana
Antes.
Depois.
(Praça Duque de Saldanha - Avenida Casal Ribeiro)
Fotografias de JMC (2011). Todos os direitos reservados.
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12:37 a.m.
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reabilitação
julho 18, 2011
Ainda vou a tempo de divulgar
Ideia excelente.
Assim que a temperatura subir e os fins de tarde em esplanadas voltem a estar in (é directamente proporcional e parece que é já a partir de quarta)... é lá que me irão encontrar.
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10:59 p.m.
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Cultura
julho 15, 2011
Fiquei doida com isto!
Não sei quanto a vocês, mas depois de ver este vídeo a minha vida sofreu um revés. In a good way. Por exemplo, a partir de hoje e ao procurar casa, a gama de oferta alarga drasticamente, dado que varanda deixa de ser um requisito essencial. Não tem? Sem problema; substitui-se a caixilharia das janelas e voilá, dois em um!
Sou distraída por natureza, e se não fosse o Zeca (que me conhece à muito pouco tempo mas que sabe a falta que a varanda faz ao meu dia-a-dia), não sei quando é que dava pela existência desta nova inovação aliada à Arquitectura.
Zeca: muito obrigada pela contribuição (à vida, e ao blog - que faz parte dela).
Vejam em detalhe AQUI.
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12:21 a.m.
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arquitectura
julho 12, 2011
Fancy a nap?
Where? Vienna. Áustria
Who? HERIundSALLI Architecture
When? 2010
Who? HERIundSALLI Architecture
When? 2010
FLEDERHAUS. Marquem o nome no mapa de Vienna quando pensarem ir até lá dar uma de turistas.
Vienna vale pelas vistas. Eu acho. E apostava que foi por esta linha de raciocínio que a dupla Heri&Salli começaram, quando esquiçaram as primeiras ideias deste projecto de espaço público. Seja como for, e se já valia pelas vistas, agora vale por elas e pelo descanço merecido que um verdadeiro turista necessita - e merece - depois de um longo dia a caminhar pela descoberta da cidade.
Vienna vale pelas vistas. Eu acho. E apostava que foi por esta linha de raciocínio que a dupla Heri&Salli começaram, quando esquiçaram as primeiras ideias deste projecto de espaço público. Seja como for, e se já valia pelas vistas, agora vale por elas e pelo descanço merecido que um verdadeiro turista necessita - e merece - depois de um longo dia a caminhar pela descoberta da cidade.
Ficam aqui algumas imagens para reforçar a vontade de uma sesta. Lisboa também merecia isto.
imagens: archdaily
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11:16 p.m.
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arquitectura
Mulberry! A wonderful sneak peek.
A MULBERRY presenteou-nos (não existe outra forma de o dizer) com o vídeo da nova colecção Outono/Inverno '11. É uma delícia.
O que é que é uma delícia, perguntam? TUDO.
A colecção, os tons, a linguagem gráfica. Assim de repente até já apetece. Terá a ver com o facto de estarmos a viver um não-Verão. Terá. Mas acima de tudo, tem a ver com as maravilhas que ali se mostram.
Artigo preferido so far: Taylor Mini Satchel. Tem tudo para rapidamente se transformar num dos must-haves da próxima estação.
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10:20 p.m.
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julho 10, 2011
MISSONI LOVES HAVAIANAS. Eu também.
Tenho sentido uma certa dificuldade em calçar os básicos das Havaianas. A culpa é da própria marca, que tem vindo a dinamizar os padrões através de parcerias diversas. Há uns anos atrás tive o privilégio de viver na terra natal da que é a marca mais internacional de flip flops, e adquiri alguns modelos originais da parceria FARM - Havaianas, uma marca carioca que eu passei a amar.
Chegou a vez da MISSONI brincar com padrões e provocar os consumidores que, como eu, preferem dar um toque mais personalizado e ligeiramente mais exclusivo ao estilo chinelo-no-pé.
A YOYO-CREATIVO, em colaboração com a 5 ROOMS AGENCY, desenhou este delicioso package presentation para a colecção MISSONI - Havaianas. É mais um perfeito get together. Art in your feet.
(E fica bem com imensas cores de verniz.)
junho 25, 2011
SUCH AN HONOR
Este blog é muito novinho. É um bebé ainda. E antes de surgir a ideia de o criar, perguntei ao TTC, autor do blog (já aqui referido) NAF///PROJECT @ LISBON quando é que ele brindaria os seus fiéis leitores e fans com um artigo sobre os míticos CHURCH.
Ora quando este blog nasceu ainda me passou pela cabeça escrever eu acerca deles. Mas pensei duas vezes e decidi esperar pelo NAF, e ainda bem. Agora é um 2 em 1. Escrevo sobre o NAF, e no NAF estão os CHURCH.
Obrigada T. Such an honor.
Imagem retirada na íntegra do blog NAF///PROJECT @ LISBON, de TTC.
Todos os direitos reservados... a ele.
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12:02 a.m.
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um privilégio
junho 21, 2011
Arquitectura de Interiores é Isto
Ter a capacidade de olhar para um espaço e conseguir ver nele um mundo de possibilidades exequíveis.
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7:09 p.m.
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OH HAPPY DAY!
A H&M tem vindo a habituar os seus clientes (e fiéis fãs) a parcerias com as maiores casas de haute couture. Normalmente isto significa uma euforia tal que no dia em que a colecção chega às lojas costumamos assistir a verdadeiros acampamentos à porta, seguidos de uma histeria inacreditável quando esta é aberta. Um filme digno de assistir, com clientes a arrebatarem duas ou três peças de cada modelo e, com algum jeitinho, ainda haverem lá pelo meio os que se passam e desatam a puxar cabelos enquanto gritam impropérios.
Cenas tristes à parte, e depois de já nos terem brindado com colecções de Lanvin, Viktor & Rolf, Jimmy Choo, entre outros, eis que chega VERSACE for H&M.
Super duper (love).
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6:42 p.m.
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junho 20, 2011
O Ayres
Mostro-vos um filme delicioso, cheio de uma contemporaneidade à antiga. Não sei se pensam como eu, mas fazem falta pessoas como o Ayres, que trazem de volta técnicas tradicionais, assim com cheiro a saudosismo.
Porque por todo o mundo se fazem coisas fantásticas, mas por cá a qualidade é imensa e tende-se a dar pouco valor. A ir buscar lá fora. Não vão lá fora quando existe cá dentro, garanto que não se arrependem. Principalmente agora que se assumiu definitivamente uma crise instalada e assustadora, é absolutamente tempo de valorizarmos o que é nosso. E o Ayres é nosso, é assim que eu sinto.
O vídeo é da autoria da SondaDesign, o projecto do meu amigo Ze(n) & partners, que é como quem diz, outros que (ainda) não sei quem são. Mas todos juntos têm conseguido dar a volta por cima e de lá têm saído trabalhos muito engraçados. E inovadores. E nossos também.
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11:13 p.m.
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Juro que este vestido é branco
Uma nova colecção feita inteiramente de "tecidos inteligentes" ou seja, um material vestível que reage ao sol, à água, ao som... A reacção é nada mais nada menos do que uma resposta em cores e padrões, alterando drasticamente a roupa. Estas criações são da designer e artista new media Amy Konstanze Mercedes Rainbow Winters, cujo trabalho se baseia na intersecção de moda, artes visuais, musica, dança e teatro. Isto é interactive wearable design. Isto é Rainbow Winters.
Deixo aqui algumas imagens de uma das suas propostas para o Outono, aka, o meu novo sonho de consumo. Retiradas do site oficial.
Mondrian Grecian Maxi-Dress: antes e depois de ser exposto à luz solar (os quadrados mudam de branco para azul).
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6:59 p.m.
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Hermès nos Pés
O designer e celebrity stylist Robert Verdi acordou uma manhã (isto sou eu a florear a coisa) com uma ideia de génio. Vai daí contactou a já muito conceituada marca Vans e propôs a criação de uma linha de Slip Ons inspirados nos seus lenços favoritos da Hermès.
Não é uma colaboração oficial, mas é na minha opinião, sucesso garantido. I know what I want, and I want it now.
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6:18 p.m.
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junho 14, 2011
junho 13, 2011
Fui com a Mary ao Darwin's Café
Numa tentativa de brunch, e porque ainda não conhecíamos, eu e a Mary marcámos o nosso date semanal no Darwin's Café. Tivemos azar, o dia amanheceu cinzento. E a carta era para almoços e nós ainda não tínhamos estômago para isso.
Mas valeu pela descoberta. O Darwin's é o restaurante da Fundação Champalimaud, projectado pelo departamento de arquitectura da LANIDOR e gerido pela LA CAFFÉ.
Inserido num projecto de arquitectura famoso dentro e forma de portas, com uma localização e vista privilegiadas, o Darwin's foi um regalo para os olhos in so many ways... pela confecção dos pratos, pelo Tejo a nossos pés, e pelo espaço.
Tenho a dizer que adorei o Carpaccio de Novilho com Rucola e Parmesão (dos melhores que já comi), e tenho que lá voltar rapidamentente para provar a Salada de Frango com Tostas de Queijo de Cabra Gratinado e o Risotto Preto com Pato Confitado e Mozzarela. Tinham um aspecto divino.
Tenho a dizer que adorei o Carpaccio de Novilho com Rucola e Parmesão (dos melhores que já comi), e tenho que lá voltar rapidamentente para provar a Salada de Frango com Tostas de Queijo de Cabra Gratinado e o Risotto Preto com Pato Confitado e Mozzarela. Tinham um aspecto divino.
E porque cada vez mais a gastronomia anda de mãos dadas com a arquitectura e o design, tenho a referir que o espaço por si vale a visita. A perspectiva de quem entra é marcada pela parede de vidro que ilumina todo o interior e destaca pormenores darwinianos such as...
Em pormenor adorei a escolha do pavimento de madeira, na zona de estar afecta à entrada do espaço, e dos tons quentes aliados ao equipamento sóbrio em castanhos. A diferença marca-se nos detalhes, e aqui os detalhes mostram-se nos apainelados das paredes, onde as nervuras da madeira criam jogos geométricos simples e de muito bom gosto. Não era um bom dia para fotografar, por isso as fotografias que aqui apresento são retiradas do site.
Pode ler-se numa das paredes:
I was a young man with uninformed ideas. I threw out queries, suggestions, wondering all the time over everything; and to my astonishment the ideas took like wildfire. Charles Darwin
Acho mesmo inspirador.
Em pormenor adorei a escolha do pavimento de madeira, na zona de estar afecta à entrada do espaço, e dos tons quentes aliados ao equipamento sóbrio em castanhos. A diferença marca-se nos detalhes, e aqui os detalhes mostram-se nos apainelados das paredes, onde as nervuras da madeira criam jogos geométricos simples e de muito bom gosto. Não era um bom dia para fotografar, por isso as fotografias que aqui apresento são retiradas do site.
Pode ler-se numa das paredes:
I was a young man with uninformed ideas. I threw out queries, suggestions, wondering all the time over everything; and to my astonishment the ideas took like wildfire. Charles Darwin
Acho mesmo inspirador.
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1:33 p.m.
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NAF Closet | Giving your clothes another chance
O NAF é um projecto de um amigo, o TTC (no full disclosure).
É um blog já-não-tão-recente-como-isso, que faz uma abordagem refrescante à moda de hoje. À nossa moda. E por nossa refiro-me ao everyday style dos que nasceram entre os anos setenta e oitenta, e que se passeiam por aí com um je ne sais quois geracional cheio de pinta. Sou fã desta minha geração. O TTC tem inclusivamente uma expressão que eu adoro, e que se adapta ao que estou a dizer na perfeição. Querem ver? "Tranquilo, ninguém manda no meu estilo." Mais nada.
De Galliano a H&M, há ali de tudo. E refrescante porquê, perguntam vocês. Eu acho que a melhor resposta a essa questão é: vão lá espreitar e digam-me se não tenho razão.
Da label NAF Project já derivaram umas quantas séries, quase ao estilo de uma holding; Concept, Clothes, Shopping... a mente deste menino deve fervilhar constantemente, e é um pop-up de ideias quase diário. E agora surgiu o NAF Closet, o novo bebé da NAF, de conceito muito interessante: o nosso armário é o vosso armário. O Closet, no entanto, é uma ideia do TTC, da MTC e do MG.
A página do Closet foi aberta no Facebook, onde já se podem ver alguns álbuns com as colecções já disponíveis para venda. E posso desde já garantir que são bens de consumo que se enquadram perfeitamente no meu conceito de essenciais. As fotografias de catálogo têm uma graça muito própria, dão o toque vintage adequado ao conceito. Os modelos que se vestem para vermos o bem que as peças caem também têm muita pinta, por isso o resultado é... TOP!
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junho 11, 2011
Isto é o melhor kit que já vi num outdoor
Uffff!
Moda é isto! Umas skinny cor-de-rosa com uns stilettos verde turquesa. Ousadia pura.
Fica mega. Ou melhor, fica que é um desplante!
A praticar, a praticar...
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junho 10, 2011
Novo Campus Apple, CA Estados Unidos
Steve Jobs não pára. Nem o facto de estar doente parece sequer reduzir o ritmo do genial CEO da Apple. Imagino que até seja por essa mesma razão que ele se sente ainda mais impelido a deixar por cá a sua marca. Não só pela tecnologia de ponta a que já nos habituou; desta vez fala-se de arquitectura.
Esta semana, Jobs discursou na Câmara da cidade de Cupertino (Califórnia), afirmando que o projecto que apresentava se assemelha a uma nave espacial gigante. Nem mais.
O gigante edifício em forma de anel estará preparado para receber 13000 pessoas. E o lado sustentável do Projecto é inquestionável, como se vê nas imagens abaixo. Resta referir que em todo o edifício não existirá uma única peça de vidro recta; tudo é curvo. E que se adequa perfeitamente ao conceito Apple Inc.
O gigante edifício em forma de anel estará preparado para receber 13000 pessoas. E o lado sustentável do Projecto é inquestionável, como se vê nas imagens abaixo. Resta referir que em todo o edifício não existirá uma única peça de vidro recta; tudo é curvo. E que se adequa perfeitamente ao conceito Apple Inc.
As imagens fui buscá-las ao site da Business Insider.
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7:05 p.m.
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Universal Library
Tem-se falado na criação de uma Biblioteca Universal, acessível a todos, worldwide. Uma ideia que tem tanto de óptima como de controversa, principalmente pela questão dos Direitos de Autor.
Surge agora esta notícia, que apresento na íntegra, e que veio daqui.
MELBOURNE
Scholars have long dreamed of a universal library containing everything that has ever been written. Then, in 2004, Google announced that it would begin digitally scanning all the books held by five major research libraries. Suddenly, the library of utopia seemed within reach.
Indeed, a digital universal library would be even better than any earlier thinker could have imagined, because every work would be available to everyone, everywhere, at all times. And the library could include not only books and articles, but also paintings, music, films, and every other form of creative expression that can be captured in digital form.
But Google’s plan had a catch. Most of the works held by those research libraries are still in copyright. Google said that it would scan the entire book, irrespective of its copyright status, but that users searching for something in copyrighted books would be shown only a snippet. This, it argued, was “fair use” – and thus permitted under copyright laws in the same way that one may quote a sentence or two from a book for the purpose of a review or discussion.
Publishers and authors disagreed, and some sued Google for breach of copyright, eventually agreeing to settle their claim in exchange for a share of Google’s revenue. Last month, in a Manhattan court, Judge Denny Chin rejected that proposed settlement, in part because it would have given Google a de factomonopoly over the digital versions of so-called “orphan” books – that is, books that are still in copyright, but no longer in print, and whose copyright ownership is difficult to determine.
Chin held that the United States Congress, not a court, was the appropriate body to decide who should be entrusted with guardianship over orphan books, and on what terms. He was surely right, at least in so far as we are considering matters within US jurisdiction. These are large and important issues that affect not only authors, publishers, and Google, but anyone with an interest in the diffusion and availability of knowledge and culture. So, while Chin’s decision is a temporary setback on the way to a universal library, it provides an opportunity to reconsider how the dream can best be realized.
The central issue is this: how can we make books and articles – not just snippets, but entire works – available to everyone, while preserving the rights of the works’ creators? To answer that, of course, we need to decide what those rights are. Just as inventors are given patents so that they can profit from their inventions for a limited time, so, too, authors were originally given copyright for a relatively short period – in the US, it was initially only 14 years from the first publication of the work.
For most authors, that would be enough time to earn the bulk of the income that they would ever receive from their writings; after that, the works would be in the public domain. But corporations build fortunes on copyright, and repeatedly pushed Congress to extend it, to the point that in the US it now lasts for 70 years after the creator’s death. (The 1998 legislation responsible for the last extension was nicknamed the “Mickey Mouse Protection Act” because it allowed the Walt Disney Company to retain copyright of its famous cartoon character.)
It is because copyright lasts so long that as many as three-quarters of all library books are “orphaned.” This vast collection of knowledge, culture, and literary achievement is inaccessible to most people. Digitizing it would make it available to anyone with Internet access. As Peter Brantley, Director of Technology for the California Digital Library, has put it: “We have a moral imperative to reach out to our library shelves, grab the material that is orphaned, and set it on top of scanners.”
Robert Darnton, Director of the Harvard University Library, has proposed an alternative to Google’s plans: a digital public library, funded by a coalition of foundations, working in tandem with a coalition of research libraries. Darnton’s plan falls short of a universal library, because works in print and in copyright would be excluded; but he believes that Congress might grant a non-commercial public library the right to digitize orphan books.
That would be a huge step in the right direction, but we should not give up the dream of a universal digital public library. After all, books still in print are likely to be the ones that contain the most up-to-date information, and the ones that people most want to read.
Many European countries, as well as Australia, Canada, Israel, and New Zealand, have adopted legislation that creates a “public lending right” – that is, the government recognizes that enabling hundreds of people to read a single copy of a book provides a public good, but that doing so is likely to reduce sales of the book. The universal public library could be allowed to digitize even works that are in print and in copyright, in exchange for fees paid to the publisher and author based on the number of times the digital version is read.
If we can put a man on the Moon and sequence the human genome, we should be able to devise something close to a universal digital public library. At that point, we will face another moral imperative, one that will be even more difficult to fulfill: expanding Internet access beyond the less than 30% of the world’s population that currently has it.
Peter Singer is Professor of Bioethics at Princeton University and Laureate Professor at the University of Melbourne. His most recent book is The Life You Can Save.
Copyright: Project Syndicate, 2011.
www.project-syndicate.org
For a podcast of this commentary in English, please use this link:
http://media.blubrry.com/ps/media.libsyn.com/media/ps/singer73.mp3
www.project-syndicate.org
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Cultura
High Line (2), NY Estados Unidos
O Projecto High Line nasceu da reabilitação e requalificação da High Line, uma linha de comboio construída na década de 30 em Nova Iorque. Tratava-se de uma estrutura massiva criada para elevar sobre a cidade de Manhattan o trânsito relacionado com as grandes indústrias, fazendo com que a circulação de comboios mais perigosa passasse a efectuar-se a cerca de 30 pés de altitude.
Desde 1980 que a estrutura deixou de ser utilizada, transformando-se num circuito abandonado sobre a cidade. Em 1999 a sua demolição foi proposta. E foi quando surgiram Os Amigos da High Line (Friends of the High Line), uma organização comunitária sem fins lucrativos que lutou para que a estrutura se mantivesse, e que provocou reacções positivas, das quais resultaram propostas de reabilitação da mesma. Esta organização trabalha com a Câmara de Nova Iorque no sentido de manter e preservar a estrutura reabilitada, transformada num parque público.
O primeiro troço da High Line abriu ao público em 2009, com um projecto de arquitectura paisagista de James Corner Field Operations, em parceria com o Atelier Diller Scofidio + Renfro (os meus heróis pessoais).
O segundo troço, conhecido como The High Line Part 2 foi inaugurado... agora mesmo. E como seria de prever, está lindo. Está perfeito. Está mega. Tão Nova Iorque State of Mind.
Coincidência ou não, hoje um amigo dizia-me que precisava urgentemente de ir a NY passar "quatro dias intensos". Para quem conhece a cidade como ele, ir lá de vez em quando passá-los assim faz sentido. Eu precisava de mais. Porque nunca fui, mas acima de tudo porque tenho perfeita noção do quanto vou beber daquela cidade. Sendo que pretendo passar um belo dia em perfeita contemplação da mesma neste percurso divino, com a cidade a meus pés.
Deixo as imagens, cortesia da cool hunter.
Love it. Love it. Love it.
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arquitectura,
reabilitação
junho 09, 2011
Projecto Santa Marta, RJ Brasil
Tudo de Cor para Santa Marta é o nome do Projecto que juntou os habitantes desta favela carioca para, sob a alçada das TintasCoral, dar uma nova vida à favela. Pode parecer uma simples "lavagem de rosto", mas trata-se de uma efectiva reabilitação física e social do Morro de Santa Marta, no Rio de Janeiro.
As condições em que os habitantes das favelas vivem provocam frequentemente climas de tensão, associados não só à elevada criminalidade, mas porque as condições de habitabilidade destas favelas levam naturalmente à alteração das condições psicológicas e sociais de quem nelas habita.
Com este projecto, os seus habitantes puderam participar em acções de formação especializada sobre materiais, tipos de tinta e a sua aplicação, bem como medidas de segurança de trabalho em andaimes. E porque cada caso é um caso, e para cada problema específico uma solução adequada, a formação dada foi de grande abrangência e qualidade.
As condições em que os habitantes das favelas vivem provocam frequentemente climas de tensão, associados não só à elevada criminalidade, mas porque as condições de habitabilidade destas favelas levam naturalmente à alteração das condições psicológicas e sociais de quem nelas habita.
Com este projecto, os seus habitantes puderam participar em acções de formação especializada sobre materiais, tipos de tinta e a sua aplicação, bem como medidas de segurança de trabalho em andaimes. E porque cada caso é um caso, e para cada problema específico uma solução adequada, a formação dada foi de grande abrangência e qualidade.
Durante o longo mês de trabalho que este projecto exigiu, os seus trabalhadores receberam educação e um ordenado pelo seu trabalho. No total foram pintadas 34 casas, numa abrangência de 7000 metros quadrados
Ficam aqui algumas imagens, da Archello. Ficou TOP.
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